A chícara de café esfriava sobre a mesa. A luz entrava pela janela denuciando um céu nubrado. O vento frio entrava pela janela levantando as cortinas brancas..O outrono estava chegando. A televisão conversáva em um monologo asnoticias do dia. Havia uma agenda ao lado da cama. Uma bolsa com alguns livros, uma identidae com a foto de uma mulher jovem. O nome que estava escrito soava estranho aos ouvidos da mulher que a segurava. Levantou-se e foi ao banheiro. Lavou o rosto e parou diante do espelho. O cabelo estava negro, os chachos de outrora deram lugar a fios extremamente lidsos, repicados. O olhos azuis eram ofuscados por uma lente de cor castanho-escuro. O reflexo imitava cada movimento da mulher com perfeição. Ele olhoua fixamente e lhe saldou com um "Bom dia Priscila".
Priscila, Mariana, Rebeca, Cristina, quantos nomes já não usara. Quantos cortes de cabelo. Quantas cores de olhos. Quantos estilos, quantas profissões. O que importa. Os dias, os séculos passavam com desdem quanto tempo havia de passado? O dever, a obrigação consumia cada tempo seu. Agora, desde que a criança havia fugido do mosteiro Priscila passou a acompanhas od noticiarios com mais afinco.
cabelos de um negro forte desciam pela face e paravam a altura dos obros. Os cachos de outrora dera. Uma mão delicada passeou pela mesa. A identidade trazia a foto de umPriscila estava deitada segurando um calendário

